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Palestras


O Direito de Asilo na Antiguidade: os casos de Israel, Grécia e Roma
Na Antiguidade, várias culturas mediterrâneas previam espaços de refúgio e asilo que funcionavam, sobretudo, como mecanismos de proteção, legalmente reconhecidos (porque, não raramente, também associados ao sistema religioso), de indivíduos ou grupos sob perseguição. Em Israel, o Direito reconhecia as chamadas Cidades de Refúgio. Na Grécia, templos e santuários, assim como atos (súplica) providenciavam essa proteção. Em Roma, ao próprio Capitólio eram reconhecidas essas prerr


Os bárbaros somos nós? Orientalismo, Teatro e Estereótipos
Esta sessão parte de uma pergunta essencial: quando começa o Oriente? Ou, talvez mais precisamente: como começa o Oriente – e para quem? A ideia de “Oriente” raramente corresponde a uma realidade geográfica ou cultural estável. Ao longo da história ocidental, o Oriente foi muitas vezes um espelho onde o Ocidente projetou as suas ansiedades, os seus desejos, os seus medos — e, sobretudo, a sua ideia de superioridade. Esta sessão pretende verificar como o retrato de uma estrang


A gestão política da morte: de Antígona à Palestina
Sessão sobre Antígona, de Sófocles, a partir da encenação de Hakim com actores da Palestina, refletindo sobre exclusão, negação do luto e a gestão política da morte.


Lugares de acolhimento
Cada tradição desenvolveu linguagens próprias da hospitalidade, que articulam a relação com o outro, com o sagrado e com a comunidade. Ao reunir diferentes vozes religiosas, esta sessão convida-nos a pensar a hospitalidade não apenas como protocolo ou virtude individual, mas como prática espiritual e política de abertura ao mundo, num tempo marcado por migrações forçadas, ruturas, e muros — visíveis e invisíveis.


O olhar de Medusa: a vítima transformada em monstro
A partir da metamorfose de Medusa, o Heureka – Clube de Leitura promove uma reflexão sobre as representações da violação, da violência e da vitimação. Ao colocar em diálogo o mito e o Direito, esta sessão propõe uma reflexão sobre a construção das personagens em julgamento, sobre quem tem o poder de definir quem foi ou não vítima de violação, e da própria vitimação.


Das suplicantes da Grécia Antiga aos refugiados contemporâneos
O que significa acolher quem resiste? A peça de Ésquilo desafia-nos a pensar a ética do acolhimento: abrir fronteiras e reconhecer a humanidade onde ela é negada. Para esta reflexão convidámos Fotini Hadjittofi, professora de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa, e Sara Barros Leitão, actriz, encenadora e dramaturga, que em setembro apresentou uma adaptação contemporânea de Suplicantes. Juntas, ajudam-nos a cruzar olhares sobre uma questão tão antiga quanto urgente.


A sagrada hospitalidade
Colocar tradições em diálogo é reconhecer que, em diferentes culturas, a hospitalidade não é apenas uma prática social, mas um gesto carregado de valores éticos, religiosos e políticos: ela define a forma como nos relacionamos com o Outro e, nesse reflexo, como nos reconhecemos e situamos dentro da comunidade humana.


Antígona: Desobedecer é preciso
Antígona , de Sófocles, é uma tragédia com mais de dois mil anos que continua a interpelar-nos profundamente. A sua força reside na universalidade das questões que levanta: a tensão entre a lei e a justiça, a obediência e a consciência individual, o poder e a ética. A voz de Antígona ressoa com particular intensidade, lembrando-nos da importância de resistir, de questionar e de pensar criticamente o que é justo. Um evento em comemoração da Liberdade, que abre com a declamação


Clássicos em Diálogo: Liberdade e Democracia - o que podemos aprender com os antigos.
"A liberdade e a democracia não são valores garantidos. O mundo – atual e antigo – passa regularmente por mudanças que nos fazem pensar sobre o nosso papel para a manutenção dos valores que queremos preservar. O conhecimento dos textos antigos permite, em ambientes aparentemente pouco criativos como parece ser, por exemplo, o da administração pública, um olhar esclarecido e compassivo na relação que se estabelece com os Outros." (Adriana Freire Nogueira) Adriana Freire Nogue


A Crítica da Democracia Grega pelos seus Contemporâneos
"Apesar da sua idealização e até sublimação por muitos, a verdade é que o regime democrático ateniense não foi entendido como uma proposta positiva absoluta, havendo muitos gregos da Antiguidade Clássica, de Eurípides a Aristóteles, passando por Platão, que o criticaram de forma assertiva. Esta comunicação pretende analisar alguns desses casos, valorizando as fontes que os transmitiram." (Nuno Simões Rodrigues) Nuno Simões Rodrigues Professor Associado da Faculdade de Letras


Clássicos em Diálogo: Democracia e Liberdade na Antiguidade
"O termo 'democracia' remete para o alargado contexto (político, social, filosófico, cultural...) da Atenas do século V a.C.. Momento fundador, a ele se tem regressado desde a modernidade, problematizando-o e interrogando-o, na demanda de uma inspiração para a construção de uma sociedade mais harmoniosa. Já a questão da 'liberdade' atravessa toda a cultura grega, afirmando-se como uma das questões centrais do teatro, da filosofia, da religião e do pensamento político. Nesta b
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